Unção – lat. uncia, polegar.

No AT, o ato de ungir, com óleo usando o polegar, os reis na sagração (1 Sm 10,1;1;16,12/1 Cr 11,3); ao óleo da Unção se dissolviam aromas, essências e perfumes sagrados exclusivos, prescritos a Moisés (Ex 30,22-33).

A “unção” era um gesto de hospitalidade entre os orientais no tempo de Jesus, contudo no caso das suas duas unções (Mt 26,6-13; Mc 14,3-9;Lc 7,36-50; Jo 12,1-8) havia relevância singular como antecipação de sua unção para a sepultura (Jo 12,7)

A Igreja unge os fiéis com óleo santo nos Sacramentos do Batismo, Crisma, Ordem, Unção dos Enfermos; esse óleo se consagra na liturgia da Quinta-Feira da Semana Santa, conhecida como “Missa dos Óleos”, e é conservado e usado durante todo o ano.

v. Crisma, Semana Santa.

A Unção dos Enfermos, Sacramento de Cura da Igreja, antes conhecido como Extrema Unção, não se limita somente aos moribundos, doentes terminais, mas a todos os fiéis enfermos nas mais diversas condições.

No Rito Bizantino este sacramento é um rito longo (to hagion elaion) realizado normalmente por sete sacerdotes.