Sudário - lat. sudare, suor.

Originalmente, “sudário” era uma pequena toalha destinada a enxugar o suor do rosto (lenço) e também o pano que sustentava o maxilar e mantinha fechada a boca de um cadáver e, por extensão, tornou-se uma espécie de “lençol fúnebre”.

Os Evangelhos falam de “panos” envolvendo o Corpo de Jesus segundo o costume judeu (Jo 19,40), aquele que os apóstolos Pedro e João encontraram no sepulcro vazio (Jo 20.5-7).

Santo Sudário - pano de linho de 4,30 m de comprimento por 1,10m de largura que contém a imagem do corpo físico de Jesus (frente e costas) no sepulcro.

Em Jo 20,7 o texto fala do “sudário que estivera sobre a cabeça de Jesus”. Pode ser definido como “o fascinante e misterioso ícone da dor que salva”,

Exposto à veneração pela primeira vez em 1537, a relíquia ao longo dos séculos passou por vários incidentes, como um incêndio, os efeitos da poluição e os remendos feitos pelas Irmãs Clarissas em 1532 em Chambéry na França

Atualmente o Danto Sudário está rigorosamente conservado na catedral de Turim, Itália.

A polêmica sobre sua autenticidade surgiu em 1988, de que seria uma falsificação datada entre 1260 e 1300, contudo o relatório da NASA indica que a imagem seria impossível de ser reproduzida artística ou fotográficamente nessa época (a imagem estampada está em “negativo”, técnica desconhecida no séc. XIII-XIV), Essa análise apontou ainda a presença de sangue humano tipo AB e a imagem de uma moeda cunhada no tempo de Jesus.