Monofisismo – gr. única, uma só, natureza.

  • Sua origem está na doutrina do heresiarca grego Êutiques, afirmando que a natureza humana tinha cessado de existir em Cristo ao ser absorvida pela natureza divina e Ele não seria Deus verdadeiro, tão pouco homem e assim incapaz de ser um mediador e perdoar os pecados.
  • Em 542-560 a igreja monofisista se estabeleceu em todo o império bizantino e o IV Concílio em Calcedônia, em 451, definiu a questão aprovando a tese do Papa Leão I estabelecendo que Cristo reunia as duas naturezas, humana e divina em uma só Pessoa.
  • Isto foi reafirmado pelo Concílio de Constantinopla em 553 ao confessar que não há senão uma única hipóstase (ou pessoa), que é Nosso Senhor Jesus Cristo, ‘Um da Trindade’ (CIC 467-468).
  • Os líderes do nestorianismo, aliados a Teodósia, esposa do imperador Justinano (527-565), puderam reativar seu movimento sob a forma do monofisismo, não só como movimento religioso, mas também movimento político, um meio de reação nacionalista contra o Império Bizantino.

v. Eutiquianismo, Nestorianismo,

Monofisistas – As igrejas cristãs do Oriente, uma divisão da Igreja Ortodoxa ao lado das Nestorianas, também cismáticas.

v. Igrejas Orientais, Armênia, Jacobita, Copta.