Acólito – gr. akolouthos, lat. sequens, seguidor, servidor.

  • O Acolitato é a mais alta das ordens menores; sua função principal é acender as velas do altar, levá-las em procissão e segurá-las durante o canto solene do Evangelho, preparar o vinho e água para a consagração e assistir os ministros sagrados na Santa Missa e outras solenidades públicas da Igreja.
  • Ao receber o ministério do Acolitato, ao candidato é entregue uma vela apagada e a galheta vazia, simbolizando o serviço a prestar.
  • O serviço do acólito no altar é de forma extraordinária, executado por leigos, geralmente adolescentes ou jovens que cuidam da movimentação dos objetos da credência, do turíbulo, da cruz e das velas.
  • O primeiro documento autêntico e valioso a mencionar os acólitos foi escrito em 251 pelo Papa Cornélio a Fábio, bispo de Antioquia, enumerando o clero em Roma que na época contava com quarenta padres, sete diáconos, sete subdiáconos, quarenta e dois acólitos e cinqüenta e dois exorcistas, leitores e porteiros.
  • Na época os acólitos subordinavam-se aos diáconos de cada uma das sete regiões, e supõe cada uma, seis acólitos (a divisão de Roma em sete regiões foi feita pelo Papa Fabiano [236-150] antecessor de Cornélio).

v. Ordens Menores, Exorcista, Ostiário.